Quem é Andrey do Amaral? Bibliotecário comunitário, agente literário, professor de literatura, etc

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Brasília, Distrito Federal, Brazil
Andrey do Amaral (1976), professor de literatura, licenciado em Letras com pós-graduação em Língua Portuguesa, Gestão Cultural, Educação a Distância, Acessibilidade Cultural e um MBA em Marketing. Com seu trabalho, recebeu — entre outros — prêmios da Fundação Biblioteca Nacional (2002), Ministério da Cultura (2008), Fundação Casa de Rui Barbosa (2010), Letras Nordestinas (2011), Rede Solidária Anjos do Amanhã, da Vara de Infância e Juventude do TJDFT (2014) e indicado ao Prêmio Cultura e Cidadania da Secretaria de Cultura do DF (2018), II Prêmio Oliveira Silveira, Fundação Cultural Palmares, 2020. Presta consultoria sobre projetos sociais e editoriais, desenvolvendo produtos nessas áreas. Trabalhou nas Diretorias de Direitos Intelectuais e de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, ambas do MinC. É parecerista de projetos culturais do Ministério da Cultura, das Secretarias de Cultura do Distrito Federal e do Estado do Mato Grosso do Sul e dos municípios de Uruaçu-GO, Campo Grande-MS e Lages-SC. É também agente literário de grandes autores nacionais.

O que fazemos?

Este é nosso Ponto de Leitura, credenciado pelo Ministério da Cultura. O que fazemos aqui? Empréstimo, doação e venda de livros. Agenciamento literário sustentável, pensando em acessibilidade e no fomento cultural. Consultoria e representação. Promoções, matérias, reportagens, indicações, autores agenciados, licitações, prêmios literários, orientação, dicas sobre publicação e muito mais.

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terça-feira, 5 de maio de 2026

DEBATE ACESSÍVEL SOBRE ARTE TÉCNICA, CINEMA, LITERATURA E CINEMA

O projeto Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica tem sua última apresentação de 2026 com os bastidores da literatura, jornalismo e cinema.

Participam desta sessão José Carlos Vieira, jornalista e escritor, Marcelo Costa Cuhexê, cineasta indígena, e Andrey do Amaral, agente literário e coordenador-geral do projeto. Nesse bate-pao, os artistas conversam sobre o uso de imagem e direitos autorais em suas áreas de atuação e quem faz a mediação é Brésia Soares, cantora, saxofonista e presidente da Orquestra Filarmônica de Brasília. Essa foi uma demanda trazida pelos próprios deficientes visuais na trajetória da iniciativa Crash Boom. E o pedido foi aceito.

A apresentação possui um significado profundo para a comunidade de pessoas cegas e com baixa visão. Para o Produtor e idealizador do projeto, Andrey do Amaral, “Levar o Crash Boom à Biblioteca Dorina Nowill de Taguatinga, é mais do que realizar um encontro artístico — é criar um espaço de escuta e troca, onde a arte se torna uma ponte de socialização e pertencimento. É um encontro que aproxima gerações, amplia acessos e reafirma a potência da arte como instrumento de conexão humana e transformação social”. Amaral é voluntário da Bibliobraile desde a sua fundação.


Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o projeto é aberto e gratuito, sem necessidade de inscrição prévia, porém, sujeito a lotação do espaço de sessenta pessoas. Mais do que um evento de valorização, difusão e formação da arte técnica, esta é uma experiência para sentir, imaginar e se conectar.


SERVIÇO

📍 Local: Biblioteca Braille Dorina Nowill de Taguatinga
📅 Data: 06 de maio de 2026 (quarta-feira)
 Horário: A partir das 8h30
📌 Endereço: Setor B Norte, CNB 1, Área Especial, s/nº – Taguatinga/DF
🎟 Entrada: Gratuita
 Classificação: Livre
📩 Informações: crashboom.projetos@gmail.com
📲 Instagram: www.instagram.com/crashboomeconomiacriativa


terça-feira, 28 de abril de 2026

Crash Boom retorna à Biblioteca Braille

De volta à Biblioteca Braille, o projeto Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica tem uma proposta de acessibilidade sensorial para pessoas com deficiência visual, mas é também aberta ao público geral.

Participam deste bate-papo Andrey do Amaral, agente literário e coordenador-geral do projeto; Ana Maria Freitas Coelho, escritora e psicóloga; Kekeu Aragão e seu palhaço Pandinha; Zé Maurício com o palhaço Carrapicho; entre outros. Os artistas conversam sobre a arte da palhaçaria, do texto em crônica e os bastidores de uma produção cultural, como maquiagem, montagem e desmontagem de palco, etapas da construção de um texto literário e publicação de um livro.

Como a maior parte da plateia é de pessoas com deficiência visual e baixa visão, as apresentações têm o sensorial como elemento de encantamento dos presentes. A proposta é ampliar a percepção de um espetáculo ou um produto cultural, gerando um detalhamento maior por parte daqueles que experimentam a iniciativa. Sempre ao final de cada conversa, há interação com o público e um show circense sensorial com audiodescrição. E apesar de o programa do dia ser para um público específico, também haverá intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e espaços exclusivos para pessoas com mobilidade reduzida e neuro-divergências, garantindo acesso a qualquer pessoa nas apresentações do projeto.

A apresentação possui um significado profundo para a comunidade de pessoas cegas e com baixa visão. Para o Produtor e idealizador do projeto, Andrey do Amaral, “Levar o Crash Boom à Biblioteca Dorina Nowill de Taguatinga, é mais do que realizar um encontro artístico — é criar um espaço de escuta e troca, onde a arte se torna uma ponte de socialização e pertencimento. É um encontro que aproxima gerações, amplia acessos e reafirma a potência da arte como instrumento de conexão humana e transformação social”.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o projeto é aberto e gratuito, sem necessidade de inscrição prévia, porém, sujeito a lotação do espaço de sessenta pessoas.

Mais do que um evento de valorização, difusão e formação da arte técnica, esta é uma experiência para sentir, imaginar e se conectar.


SERVIÇO

📍 Local: Biblioteca Braille Dorina Nowill de Taguatinga
📅 Data: 29 de abril de 2026 (quarta-feira)
Horário: A partir das 8h30
📌 Endereço: Setor B Norte, CNB 1, Área Especial, s/nº – Taguatinga/DF
🎟 Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
📩 Informações: crashboom.projetos@gmail.com
📲 Instagram: www.instagram.com/crashboomeconomiacriativa

segunda-feira, 23 de março de 2026

Arte técnica no CAPS II de Taguatinga

 Debates sobre produção e backstage, promovem acessibilidade, acesso, acolhimento e oportunidades de trabalhos futuros para o público presente.

O Centro de Atenção Psicossocial de Taguatinga, CAPS II, é o cenário para o Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica. A iniciativa propõe debates, pequenas apresentações e pocket shows com artistas locais. O evento contempla rodas de conversa sobre a arte técnica e os processos de bastidores, evidenciando a relevância dos profissionais de “backstage” nas produções culturais.

O projeto é gratuito e acessível para pessoas com deficiência. Há também tecnologias assistivas como audiodescrição e intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), inclusive o professor Antonio Leitão, diretor de acessibilidade do Crash Boom, é pessoa com deficiência de nascença e coordena as atividades acessíveis. Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, o Crash Boom é aberto ao público geral sem necessidade de inscrição prévia. Participam do evento os arte-educadores: Ana Maria Freitas Coelho, Cristina Moysés, Marcelo Kbça, Marcelo Cuhexê, Débora Cristina, Allen Mesa García, Rebeca Torquato, Kekeu Aragão, Andrey do Amaral, ente outros. Esses artistas debatem sobre processos criativos, mercado cultural, arte técnica e como chegar ao produto cultural final.

 


Os debates inovam ao mesclar diversas linguagens culturais entre artistas de diferentes segmentos.“Levar o Crash Boom ao CAPS II de Taguatinga é mais do que realizar um encontro artístico — é criar um espaço de escuta e troca. Em um ambiente onde muitas pessoas vivem momentos delicados, a arte se torna uma ponte de socialização e pertencimento. Propomos um diálogo vivo entre música, literatura, dança, arte urbana e outras linguagens, revelando também os bastidores e valorizando os profissionais que sustentam o fazer cultural. É um encontro que aproxima gerações, amplia acessos e reafirma a potência da arte como instrumento de conexão humana e transformação social”, ressalta Andrey do Amaral, coordenador-geral do projeto. Os debates têm como temas arte técnica e urbana, backstage, ciência, cultura digital, direitos humanos, diversidade, ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e ESG (Environmental, Social and Governance), trabalho e renda. Tudo isso aliado à arte técnica.

 

Serviço:
Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica
dia 25 de março de 2026
Horário: a partir de 14h
Local: CAPS II – Centro de Atenção Psicossocial de Taguatinga
Endereço: QNA 39 Área Especial 19, Taguatinga Norte
Entrada gratuita
Informações: crashboom.projetos@gmail.com
Instagram: www.instagram.com/crashboomeconomiacriativa

Comunicação e mídias sociais – Marizan Fontinele

terça-feira, 10 de março de 2026

Crash Boom dentro do Hospital Sarah

 

Um bate-papo sobre arte técnica dos músicos e artistas do musical

Cássia Rejane muito mais que Eller em apresentação social

  

O produtor Andrey do Amaral, idealizador do Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica, trouxe para seu projeto a turma que conta e canta a vida de Cássia Eller. Com o mesmo propósito do projeto, o teatro musical revela ao público detalhes e raridades desconhecidos do público, segredos de bastidores, cujas particularidades serão debatidas com um público mais que especial: pacientes e profissionais do Hospital Sarah Kubitschek. Além de informações e curiosidades da arte técnica, músicos e contadores de histórias revelam como se fazem as cenas, a montagem e desmontagem, os ensaios e a produção de um espetáculo. A iniciativa propõe reflexão sobre a importância de se valorizar o profissional que está por trás do palco ou o que auxilia o artista em cena.

Os debates têm como temas arte técnica e urbana, backstage, ciência, cultura digital, direitos humanos, diversidade, ODS, ESG, trabalho e renda. Tudo isso aliado à arte técnica. Após o bate-papo, haverá a apresentação do espetáculo Cássia Rejane muito mais que Eller. O Crash Boom conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, e todas as apresentações do projeto são gratuitas. Neste bate-papo e no show, participam do evento os artistas Andrey do Amaral, Eliéser Lucena, Elvis Santos, Isadora Saviane, Milton Noberto, Robson Pires, Marcus Leite, Tel Bapi, Hila Maria, Silvana Lucena, James Trindade, entre outros. Em todo o projeto, há recursos acessíveis.

 



Serviço:

Crash Boom – Economia Criativa e Arte Técnica
Dia: 11 de março de 2026
Horário: 15h30
Local: Teatro do Hospital Sarah

Endereço: SMHS, Quadra 501, Bl. A, Asa Sul, Brasília-DF, CEP 70335-901.

Informações: crashboom.projetos@gmail.com 
Instagram:
www.instagram.com/crashboomeconomiacriativa

Observação: ingresso gratuito mediante solicitação pelo e-mail do projeto.


Mídias sociais e comunicação – Marizan Fontinele

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Literatura Cura

Neste sábado mais uma oficina do Literatura Cura com o curso Era uma vez empreendedora, uma atividade formativa de Economia Criativa. Além do curso, teremos distribuição de cestas básicas para as participantes. As oficinas são gratuitas e com emissão de certificado. Outras informações na arte abaixo.




sexta-feira, 25 de agosto de 2023

Biblioteca Comunitária Andrey do Amaral em ação

 


Na foto acima, a equipe da Mala do Livro e Biblioteca Comunitária Andrey do Amaral em contação de histórias e bate-papo literário na Escola Classe 38 do P Norte, Ceilândia. Nossa proposta é sempre estar em áreas vulneráveis e na periferia do Distrito Federal.


No banner acima, mais uma atuação do Agente Literário Andrey do Amaral e da sua Biblioteca Comunitária que leva seu nome. Nessa ação, haverá distribuição de livros e cestas básicas; além de muita, muita contação de histórias e mediação com livros incríveis.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

A arte do texto literário - Mostra de Literatura

É muito bom ter entre nossos convidados artistas completos, com atuação transversal no teatro, no jornalismo, na TV, entre outras linguagens culturais. Fizemos o registro da atriz Karla Calasans em nossa Mostra de Literatura atuando e recitando lindos textos:

Tato audiodescrição ao vivo

Apresentação Karla Calasans

Sarau Croqui

A visita com Karla Calasans







 

Depoimentos e registros

Registramos os autores da Mostra de Literatura falando lindamente sobre suas inspirações e possibilidades. Alguns deram dicas sobre o processo de escrita e métodos de criação:

Depoimento de José Carlos Vieira

Depoimento de Aguinaldo Tadeu

Dicas de Aguinaldo Tadeu 1

Dicas de Aguinaldo Tadeu 2

Dicas de Ana Maria Freitas Coelho









terça-feira, 30 de novembro de 2021

TXT Lab 2

Neste dia 30 de novembro é feriado no DF. Sendo assim, antecipamos nossa oficina para o dia 29, mas ficamos online para a oficina via Google Meet (meet.google.com/rsc-iviv-hfo). O link ficará aberto a partir de 8h58. Qualquer eventualidade ou dúvida pode ser elucidada via Whatsapp no número (61) 98457-7131. ATENÇÃO: Não atenderemos ligação, apenas mensagens em texto pelo whatsapp.



#PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto do escritor Andrey do Amaral. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Oficina TXT.LAB e informações de data, horário e local do evento, com destaque para Oficina Online, acesse: http://andreydoamaral.blogspot.com. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.

e

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

TXT Lab 1

Em nossa oficina TXT Lab, iremos conhecer sentimentos, sabores, tatos e o mundo ao nosso redor. Por meio da palavra escrita e falada (oralidade), vamos criar perspectivas em figuras de linguagem para enriquecimento da narrativa.

Para nos orientar nessa pequena jornada, teremos a companhia de Andrey do Amaral, professor de Língua Portuguesa e Literatura, também escritor com muitos prêmios literários, finalista duas vezes do Prêmio Jabuti.

Na oficina TXT Lab, vamos aprender conceitos básicos de estrutura de texto e construí-los com coesão e coerência. Passo a passo, faremos textos juntos, explorando técnicas de escrita profissional para desbloquear barreiras criativas e desenvolver habilidades para uma redação fluida para leitores exigentes. Este evento é acessível com audiodescrição e LIBRAS para acolhimento e participação de pessoas com deficiência.


LIBRAS: vídeo Andrey do Amaral



#PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto do escritor Andrey do Amaral. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Oficina TXT.LAB e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Day 2 - Mostra de Literatura Inclusiva

Chegando o segundo dia! Nossa Mostra de Literatura* sempre foi inclusiva e acessível. Além disso, debatemos assuntos necessários para a sociedade como violência contra a mulher, acessibilidade, acesso, sexualidade, entre outros. Temos uma escritora que trata de temas sobre o feminismo, um autor cego e uma ativista. A temática da 9ª edição é Território e Cidades, entrelaçadas aos Direitos Humanos e acesso à literatura. Este evento é acessível com audiodescrição e LIBRAS para acolhimento e participação de pessoas com deficiência.

*A participação dos escritores pode sofrer alteração de última hora. Para evitar danos ao público, sempre convidamos debatedores extras como é o caso do banner 3.




LIBRAS: vídeo Beatriz Schwab



Banner 1 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto da escritora Beatriz Schwab. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Minha vida no papel e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.


LIBRAS: vídeo Antônio Leitão



Banner 2 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto do professor Antonio Leitão. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito O escritor cego no cenário editorial e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.


LIBRAS: vídeo Fernanda Caralho



Banner 3 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto da atriz Fernanda Carvasil. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Quem conta um conto e a arte dos botões e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.


Autores e livros

Você conhece nossos escritores? Se sim, já sabe que a Mostra de Literatura é um espaço plural para troca de saberes e conhecimentos. Se não, estar com pensadores contemporâneos é uma maneira de se integrar a um coletivo que traz a reflexão por meio da literatura, tendo como tema desta edição, nosso território e nossas cidades, ou seja, o que podemos fazer culturalmente para desenvolvermos as cidades. Já demos, inclusive, diversas ideias para a Administração de Taguatinga, com a brilhante gestão do Bispo Renato Andrade. A Mostra de Literatura é impar, é diferente, é inclusiva, é acolhedora. Além disso tudo, pensamos em coletivo para o melhor de todos. Comunidade engajada em resolver problemas e propor soluções viáveis. A Literatura tem esse poder, ainda desconhecidos por todos. É isso que nossa Mostra proporciona. Este evento é acessível com audiodescrição e LIBRAS para acolhimento e participação de pessoas com deficiência.

Evento grátis.

Vídeo Mostra de Literatura: 





LIBRAS: Mostra de Literatura



#PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto superior esquerdo, logotipo oficial da Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima centralizado, outro circulo de fundo azul escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo grande verde-água com informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Estreia. Mostra de Literatura - 9ª edição

Mais uma edição da Mostra de Literatura, o evento literário mais charmoso (e mais copiado) do DF. No primeiro dia de bate-papo, quatro escritores se apresentam na Mostra de 2021, com mediação do professor Andrey do Amaral. Na abertura, estarão durante um dia cheio de cultura e informação Karla Calasans, José Carlos Vieira, Aguinaldo Tadeu e Ana Maria Freitas Coelho debatem com o público temáticas diversas como ficção, textos técnicos e jornalísticos, contação de histórias, narrativas e dicas de como escrever e publicar. O evento é gratuito e acessível. Teremos a presença confirmada de escritores cegos e outras pessoas com deficiência, além do público geral interessado em literatura. É preciso usar máscara de proteção. No local há álcool em gel disponível e respeitaremos o distanciamento social com número limitado de participantes. Este evento é acessível com audiodescrição e LIBRAS para acolhimento e participação de pessoas com deficiência.


LIBRAS: vídeo Karla Calasans





LIBRAS: vídeo José Carlos Vieira




LIBRAS: vídeo Aguinaldo Tadeu




LIBRAS: vídeo Ana Maria Freitas Coelho



Banner 1 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto da atriz Karla Calasns. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Quem conta um conto e a arte dos botões e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.

Banner 2 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto do jornalista e escritor José Carlos Vieira. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito O olhar jornalístico na ficção e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.

Banner 3 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto do escritor Aguinaldo Tadeu. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito O conto popular e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF. 

Banner 4 #PraCegoVer: Card de fundo azul escuro com círculos de imagens e informativos. No canto esquerdo foto da escritora Ana Maria Freitas Coelho. Circulo centralizado acima com o logo oficial do projeto escrito Mostra de Literatura e um livro aberto acima deste nome. Ao lado e mais acima à direita, outro circulo escrito 9ª edição Território e Cidades. No centro um círculo verde-água grande escrito Literatura técnica e técnica literária e informações de data, horário e local do evento. Num semicírculo na base inferior do banner, os dizeres 'Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal'. Abaixo desta frase, consta: Realização Andrey do Amaral, agente literário. E ao lado os logos do FAC, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do GDF.

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Cinema e debate em Taguatinga



 

TAGUATINGA RECEBE O TRANSVERSALIDADES

Minha linda e querida cidade, recebe nos dias 16, 18, 19 e 23 de novembro o Cineclube Transversalidades, no Centro Educacional 07, o CED 07 de Taguatinga, para a sua Mostra de Cinema com 8 sessões gratuitas de filmes brasileiros. Nas atividades haverá debates críticos sobre questões da comunidade, como violência contra mulheres e crianças, território, racismo, exclusão, minorias, economia criativa, entre outros. Os debates são participativos, com mediação de convidados especiais e/ou da equipe do cineclube.

O Transversalidades promove, não apenas acesso à cultura por meio do cinema, mas também cidadania, inclusão e interação. Os audiovisuais são curtas e médias metragens, podendo ser ficção ou documentários com temas sobre Direitos Humanos. Em todas as sessões há audiodescrição ou algum outro recurso acessível para pessoas com deficiência.

O Cineclube, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, é dirigido pela produtora Fernanda Carvalho, que já recebeu em seu cineclube a Mostra de Cinema e Direitos Humanos, o Festival Gira Curta, entre outros; a produtora cultural tem parceria com algumas distribuidoras, como a Inquieta e a Taturana. O Transversalidades é filiado ao Conselho Nacional de Cineclubistas e recebeu prêmios por sua atuação social.

Todas as sessões são gratuitas e abertas ao público. Mais detalhes sobre o projeto e os filmes a serem exibidos, acesse: https://transversalidadespontodecultura.blogspot.com/ ou envie e-mail para transversalidades.cultura@gmail.com.



Sessões acessíveis e gratuitas:

Dias: 16, 18, 19 e 23/11/2021

Horário: 13h30 às 17h30

Local: CED 07 de Taguatinga,

Endereço: EQNM 36/38 Área especial, Taguatinga Norte-DF

sexta-feira, 26 de março de 2021

Entrevista com Fernanda Carvalho

Trazemos aqui para a audiência do blog, a produtora cultural Fernanda Carvalho e o seu Cineclube Transversalidades, uma iniciativa já premiada e apoiada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal por meio Fundo de Apoio à Cultura (FAC). Abaixo segue a entrevista realizada em 24 de março de 2021. Conversamos sobre projetos culturais, cinema, patrocínios, pandemia, etc.


Andrey do Amaral (AA): Primeiramente, por que Transversalidades?

Fernanda Carvalho (FC): Nossos processos de desenvolver a cultura do Distrito Federal ocorre em atividades transversais, misturando linguagens como cinema e literatura, artesanato e dança, teatro e música, moda e livros, e assim por diante. Por isso, escolhemos o nome Transversalidades que representa a forma como fazemos cultura. 

Fernanda Carvalho e equipe na divulgação do Transversalidades. Cidade Estrutural


(AA): O Coletivo Transversalidades também se transformou em Ponto de Cultura, certo?

(FC): Sim. Apresentamos nossa trajetória ao então Ministério da Cultura, que à época nos credenciou como Ponto de Cultura. Com a extinção do MinC, tivemos receito de que nossa certificação fosse cancelada, mas ainda estamos ativos na Secretaria Especial da Cultura, que pertence hoje ao Ministério do Turismo. Apesar de a Pasta ter sofrido com um desmanche, mantiveram algumas boas políticas públicas como a do cinema por exemplo.

(AA): Mesmo sendo um Ponto de Cultura, o forte de vocês é o cinema?

(FC): Não. Desenvolvemos muitas atividades culturais, especialmente oficinas de literatura, moda, teatro com voluntários. Mas ficamos mesmo conhecidos com as exibições de curtas e médias-metragens para pessoas da periferia. Tanto é que criamos um sub-projeto do nosso programa, chamado Cineclube Transversalidades. E, como temos uma parceria maravilhosa com a Taturana Mobilização Social, que distribui os audiovisuais, para nós é mais impactante criar sessões de filmes porque nossa curadoria e a da Taturana fala justamente o que nosso público-alvo precisa ouvir. Todos os filmes tratam de direitos humanos e sempre nas sessões há a participação ativa de um morador local como protagonista do evento.

Espectadores do Cineclube Transversalidades


(AA): Como vocês desenvolvem as atividades do Transversalidades? Há patrocínio?

(FC): Somos muito gratos ao Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SECEC), pois, sempre que apresentamos uma proposta ao Fundo, nossa iniciativa é contemplada. A Secretaria criou uma linha de apoio e desenvolvimento ao cineclubismo, que vem justamente valorizar projetos como o Transversalidades. Essa atuação vem desde o ano 2000. No início foi bastante trabalhoso, porque todo o recurso saia do meu bolso, mas a intenção é criar um senso de cidadania nos participantes para que estes sejam multiplicadores do que ensinamos nas exibições. A partir de 2016, o Transversalidades recebeu o primeiro apoio financeiro. O que é muito bom para pagarmos os convidados e divulgarmos o projeto com profissionalismo.

(AA): E a pandemia? Como o COVID-19 afetou vocês?

(FC): Foi péssimo, porque tivemos que restringir o acesso das pessoas, reduzindo o número de espectadores. Nossa salinha de cinema chegou a receber 50 pessoas. Por segurança e pelas determinações e decretos governamentais, reduzimos os assentos para no máximo 8 em nossa sala. Também tivemos que desenvolver as sessões em um pátio mais aberto e arejado. Isso prejudicou a qualidade da imagem, mas foi necessário para reduzirmos as possibilidades de contágio. O que é bom nisso é que cada espectador se torna uma espécie de multiplicador em sua casa. Então um propaga nossa mensagem para mais 4 pelo menos. E, desde março de 2020 até março de 2021, nenhum de nossos espectadores ou seus familiares próximos foram infectados pelo Covid - o que nos deixa muito orgulhosos porque significa que nossas oficinas de orientação funcionam.


(AA): Já foram exibidos filmes na semana passada e haverá outra sessão neste final de semana. Fale um pouco sobre os audiovisuais.

(FC): Os filmes são incríveis. Temos um foco nas temáticas femininas. Os mesmos filmes exibidos semana passada serão os mesmo deste final de semana, pois - como o público está restrito - queremos dar essa oportunidade única de os espectadores conhecerem filmes com uma mensagem impactante. Exibimos o Chega de Fiu Fiu, C(ELAS), Casamento Infantil, Deus, As Mil Mulheres e Do Meu Lado. Toda a programação e as informações sobre o Transversalidades e os filmes que exibimos pode ser acessada no blog: https://transversalidadespontodecultura.blogspot.com/ Lá constam nosso contato também.

(AA): Para finalizar, o que é cultura, cinema para vocês do Transversalidades?

(FC): Eu acredito que informação e conteúdo de qualidade pode salvar uma vida, salvar uma comunidade. Aplicamos o projeto geralmente em comunidades mais vulneráveis porque acreditamos no poder de transformação da cultura para pessoas que não tem ou tem pouco acesso a qualquer tipo de cultura. E o que achamos interessante é que não somos assistencialistas (embora também entreguemos cestas básicas para a periferia). Certa vez um professor meu me disse que, quando um pobre estiver discutindo filosofia, questões existenciais e políticas públicas, algo está errado no mundo. No Transversalidades, discutimos tudo isso. E se o mundo (o nosso mundo está errado), então estamos no caminho certo. A arte e a Cultura mudam as pessoas. Isso é o Transversalidades.



terça-feira, 6 de outubro de 2020

Mostra de Literatura TXT LAB 2 com Andrey do Amaral



Esta é a segunda parte da oficina online TXT LAB, que integra o projeto de inclusão literária: Mostra de Literatura. Este vídeo dois (e também o primeiro) deve ser associado às discussões literárias dos nossos escritores convidados, com abordagem em temas de direitos humanos (direito à justiça, combate à pobreza, direito à educação, dignidade da pessoa humana, direito à participação política, Direito das pessoas com deficiência, inclusão social, Diversidade religiosa, Direito ao trabalho digno, diversidade, Direito da população afrodescendente, Direito da população em situação de rua, Cidadania, Direito à vida e à integridade física, Direitos das mulheres / Direito à saúde, Direitos da população idosa, Direito à cultura Direito à educação). Aprenda com a bibliografia proposta e a debatida. Assista ao vídeo até o final e faça as atividades sugeridas. Envie texto para analisarmos no email mostradeliteratura@gmail.com. 




Como desdobramento da nossa TXT LAB, sua criação literária (conto, crônica ou poesia) poderá entrar em nossa coletânea nos formatos impresso e digital. Crie versos pequenos, poesias curtinhas, histórias sobre sua vida, crônicas. Além da atividades propostas no vídeo, outras podem ser encontradas aqui no blog do curador: http://andreydoamaral.blogspot.com.


Bibliografia complementar ao vídeo sugerida para toda a Mostra de Literatura 

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 10a edição. São Paulo: Edições Loyola, 2002. 
CAVALCANTI, Marilda do Couto. Interação leitor-texto: aspectos de interpretação pragmática. São Paulo: Editora da Unicamp, 1989. 
FÁVERO, Leonor; ANDRADE, Maria Lúcia e AQUINO, Zilda. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. 2a edição. São Paulo: Cortez, 2000. 
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 23a edição. São Paulo: Cortez, 1989. 
GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. 3a edição. São Paulo: Marins Fontes, 1991. 
KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. 3a edição. São Paulo: Editora Ática, 1990. 
___________ . O aprendizado da leitura. 3a edição. São Paulo: Martins Fontes, 1987. 
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989. ___________ . Oficina de leitura: teoria e prática. São Paulo: Pontes, 1993. 
KOCH, Ingedore. Argumentação e linguagem. 2a edição. São Paulo: Cortez, 1977. 
___________ . Texto e Coerência. São Paulo: Cortez, 1989. 
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2000. ORLANDI, Eni; OTONI, Paulo (orgs.). O texto: leitura e escrita. São Paulo: Pontes, 1988. 
PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. 4a edição. São Paulo: Editora Ática, 2001.

Mostra de Literatura TXT LAB 1 com Andrey do Amaral

Essa oficina online é parte do nosso projeto de inclusão literária: a Mostra de Literatura. Este primeiro vídeo (e também o segundo) deve ser associado às discussões literárias dos nossos escritores convidados, com abordagem em temas de direitos humanos (direito à justiça, combate à pobreza, direito à educação, dignidade da pessoa humana, direito à participação política, Direito das pessoas com deficiência, inclusão social, Diversidade religiosa, Direito ao trabalho digno, diversidade, Direito da população afrodescendente, Direito da população em situação de rua, Cidadania, Direito à vida e à integridade física, Direitos das mulheres / Direito à saúde, Direitos da população idosa, Direito à cultura Direito à educação). Assista ao vídeo até o final e faça as atividades propostas. Seu texto pode ser enviado para mostradeliteratura@gmail.com.



Como desdobramento da nossa TXT LAB, seu texto poderá entrar em nossa coletânea nos formatos impresso e digital. Crie versos pequenos, poesias curtinhas, histórias sobre sua vida, crônicas. Além da atividades propostas no vídeo, outras podem ser encontradas aqui no blog do curador. Atividade proposta, somada ao vídeo 2, de 8 h/a.



Bibliografia sugerida para toda a Mostra de Literatura 

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 10a edição. São Paulo: Edições Loyola, 2002. 
CAVALCANTI, Marilda do Couto. Interação leitor-texto: aspectos de interpretação pragmática. São Paulo: Editora da Unicamp, 1989. 
FÁVERO, Leonor; ANDRADE, Maria Lúcia e AQUINO, Zilda. Oralidade e escrita: perspectivas para o ensino de língua materna. 2a edição. São Paulo: Cortez, 2000. 
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 23a edição. São Paulo: Cortez, 1989. 
GNERRE, Maurizzio. Linguagem, escrita e poder. 3a edição. São Paulo: Marins Fontes, 1991. 
KATO, Mary A. No mundo da escrita: uma perspectiva psicolinguística. 3a edição. São Paulo: Editora Ática, 1990. 
___________ . O aprendizado da leitura. 3a edição. São Paulo: Martins Fontes, 1987. 
KLEIMAN, Ângela. Texto e leitor: aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 1989. ___________ . Oficina de leitura: teoria e prática. São Paulo: Pontes, 1993. 
KOCH, Ingedore. Argumentação e linguagem. 2a edição. São Paulo: Cortez, 1977. 
___________ . Texto e Coerência. São Paulo: Cortez, 1989. 
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2000. ORLANDI, Eni; OTONI, Paulo (orgs.). O texto: leitura e escrita. São Paulo: Pontes, 1988. 
PLATÃO & FIORIN. Lições de texto: leitura e redação. 4a edição. São Paulo: Editora Ática, 2001.

Fernanda Carvalho na Mostra de Literatura

Literatura acessível, direitos humanos e cidadania são os eixos principais deste bate-papo com a Dra. Fernanda Carvalho. Ela aborda os eixos que favorecem o avanço de um projeto de escrita de livro quanto ao seu crescimento ecosistêmico, principalmente quando tempos um público específico: aqui a pessoa com deficiência visual.



Partindo de uma abordagem humanizada, nossa conversa abordará alguns temas como: regras; conversas para uma literatura acessível; autonomia; responsabilidade coletiva; cidadania; e acolhimento. 

1. devemos ser consultados e consultar para estabelecer diálogos. Os escritores com deficiência visual devem estabelecer uma série de círculos organizados ao redor de suas necessidades. Devemos considerar vários momentos para o seu texto: pedagógico, gestão, social, desejo pessoal, carreira. É fundamental ouvir os envolvidos nos processos (leitores, revisor, editor, ilustrador) para que possamos ter sucesso no caminhar editorial. 

2. Uma publicação deve atender aos anseios da Sociedade ou território de uma necessidade social. Nós, pessoas com deficiência visual, temos o direito de sermos ouvidos. E um livro repleto de histórias reais é uma forma de realizar essa demanda; 

3. A força de uma história (seja em forma de poesia, conto ou crônica) está relacionada à produção que ela entrega para a sociedade, se possui mais relevância social, para isso ela tem que estar em consonância com a sua missão de vida. Então, você pessoa com deficiência visual, qual é a sua missão de vida? 

4. As suas criações não podem ser de fora para dentro, elas precisam se concentrar muito nos resultados. Nós precisamos olhar de fora para dentro também; mas, se seu texto fluir de dentro para fora, sua verdade refletirá nos olhos dos seus leitores. 

5. O que você produz e o que você oferece para a sociedade e para seus pares? As pessoas, os leitores também querem saber dos anseios, dos sonhos e das necessidades de pessoas com deficiência visual, de surdos, de cadeirantes, etc. Então, eu te pergunto: Como estamos cuidando de nossos pares, das pessoas com as mesmas necessidades que nós? Como está a sua conversa com aquele que está ao seu lado, aquele que tem a mesma necessidade que você? 

6. Boas conversas são inspiração para boas histórias (mas nunca esquecendo que sua história deve partir de dentro para fora – ainda que haja uma inspiração externa). Muitos romances, contos, poesias são coleções de conversas. Todas as intervenções iniciais e ações para ideias de textos são faladas. A produção mental do seu texto é conversacional, ou seja, tudo começa em uma boa prosa. A qualidade da conversa determina a qualidade de nossa produção textual. O cuidado com palavra e com a conversa é fundamental para o desenvolvimento organizacional conversacional para só depois sua conversa ou sua história se materializar no papel. Os diferentes atores devem pensar no que estão dizendo, no que está falando, devemos manter um ambiente conversacional saudável, pois as queixas devem ser transformadas em pedidos, o outro deve compreender a demanda e processar isso de modo saudável dentro da estrutura do seu texto. O bom dialogar é um auxiliar essencial ao texto que você produzirá; 

7. Além disso, temos processos, regras, normas. Para pensar o uso inteligente dos recursos, de suas histórias, sempre é bom rever as normas gramaticais, mas sem ser tão rígido. A língua falada é peça fundamental para um texto seja mais natural. Veja os livros que separamos em nossa bibliografia recomendada. Vamos colocar essa bibliografia aqui na descrição deste vídeo. 

8. Devemos considerar os profissionais como escuta da realidade dentro do nosso processo de criação. Sempre é bom escutar o outro. Isso não significa aceitar a opinião. Mas profissionais do ramo do livro têm mais experiência do que eu e você. Então, como estamos hoje com nosso texto? Você acha que seu texto está pronto? Vamos ouvir os profissionais da cadeia produtiva do livro? 

9. Quem está no centro, ou seja, você pessoa com deficiência visual, tende a valorizar as escutas de dentro, ouvir seu coração. Mas lembre-se: escutar o que está à sua volta é importante, necessário e valioso. Temos que escutar todos que pudermos: profissionais, famílias, professores, escritores, colegas... Isso te auxiliará a ter um texto de melhor qualidade.

10. Esses processos todos não são fáceis, mas também não são difíceis. Eu diria que tem algum grau de complexidade, mas eu acredito em você e você vai conseguir escrever e publicar seu texto. Quanto mais começamos utilizar mecanismos em nosso processo de criação, mais leveza e facilidade nos processos de criação teremos. Então pense se alguma coisa te bloqueia. O que te paralisa para escrever? O que acelera, liberta e flexibiliza? Quais são suas facilidades para produzir um texto? 

11. Ampliar sua leitura com leituras diversas te ajudará com o objetivo de um texto melhor. Escritores que ampliam a oportunidade do saber e do conhecimento, seja técnico ou literário, aumentam a capacidade de excelência na produção textual. Quanto mais informações mais autonomia para o trabalho, isso é fundamental para aumentar a capacidade de produção organizacional. Sem sentido um trabalho não pode ter qualidade. Então me responda: qual é o sentido do seu texto? 

12. Precisamos falar de resultados e de produção. Não basta só ter diálogos e pensar no seu texto. É preciso também que sua ideia esteja materializada no papel. É fundamental ter ferramentas, métodos, instrumentos, planos de prioridades para a construção de seu texto. Note que a própria vida, o fato de você existir, já é um grande manual para sua produção textual. É fundamental que possamos ter os resultados que queremos alcançar para produzirmos uma literatura acessível, abordando os direitos humanos e a cidadania. Aprender processos de aplicação de cidadania por meio daquilo que você produziu, com um olhar crítico em relação à sociedade. A sua produção textual deve ser pautada por momentos reflexivos que nos coloque no movimento de pensar sobre o que temos feito para a difusão da literatura produzida por pessoas com deficiência visual; 

13. Precisamos fazer a diferença nas vidas de crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos. Sua literatura vai ser importante para incentivar o trabalho daqueles que estão pensando em escrever. Você será a referência para outras pessoas com deficiência a partir desta Mostra de Literatura. É importante impulsionar os direitos humanos e as suas necessidades como pessoa com deficiência sem cobranças excessivas, sem sobrecargas, estafa, sem constrangimentos, sem silenciamentos, humilhações, é preciso olhar para dentro e perceber que seu texto pode salvar muita gente. Lembre-se: você é referência para quem vem atrás de você.

Leia esse manual orientativo, discuta os pontos com algum colega e crie seu texto abordando os direitos humanos e envie sua criação para mostradeliteratura@gmail.com. Atividade de 4 h/a. Caso seu trabalho seja selecionado, iremos publicá-lo em uma coletânea sem custo algum para o escritor com deficiência visual. Boa sorte!