Andrey do Amaral: agente literário, autor, professor de literatura

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Brasília, Distrito Federal, Brazil
Andrey do Amaral (1976), professor de literatura, licenciado em Letras com pós-graduação em Língua Portuguesa, Gestão Cultural, Educação a Distância, Acessibilidade Cultural e um MBA em Marketing. Com seu trabalho, recebeu — entre outros — prêmios da Fundação Biblioteca Nacional (2002), Ministério da Cultura (2008), Fundação Casa de Rui Barbosa (2010), Letras Nordestinas (2011). Além destes, a Vara de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) concedeu-lhe um prêmio por suas iniciativas de projetos socioculturais (2014). Seus livros autorais foram publicados pela editora Ciência Moderna. Dedica-se à pesquisa da vida/obra do poeta paraibano Augusto dos Anjos. Presta consultoria sobre projetos sociais e editoriais, desenvolvendo produtos nessas áreas. Trabalhou nas Diretorias de Direitos Intelectuais e de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, ambas do MinC. É parecerista de projetos culturais do Ministério da Cultura, das Secretarias de Cultura do Distrito Federal e do Estado do Mato Grosso do Sul e dos municípios de Uruaçu-GO, Campo Grande-MS e Lages-SC. É também agente literário de grandes autores nacionais.

O que fazemos?

Venda de livros. Agenciamento literário sustentável, pensando em acessibilidade e no fomento cultural. Consultoria e representação. Promoções, matérias, reportagens, indicações, nossos autores agenciados, licitações, prêmios literários, orientação, dicas sobre publicação e muito mais.

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sábado, 1 de março de 2008

Cuidado eu te amo! Desauto-ajuda do amor

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“... o coração é livre; ninguém pode escravizá-lo, nem o próprio dono.”
(Bernardo Guimarães. A escrava Isaura)

Com o surgimento do homem na Terra, as relações humanas e emocionais começaram a se desenvolver. Às vezes com muita harmonia, outras vezes com menos. Na época das cavernas, por exemplo, a violência amorosa prevalecia. A mulher era conquistada com uma porretada na cabeça. Hoje não mudou tanto assim. Os conceitos é que mudaram ou a mulher percebeu sua força (intelectual).

Homens e mulheres convivem entre si desde a sua origem. E vão ter que continuar convivendo – ou se aturando – até o seu fim. E veja que interessante: apesar de conviverem há bastante, bastante tempo mesmo (desde os primórdios), é incrível como ainda não se conhecem. Talvez, ainda será assim por séculos e séculos...

Os casais modernos pouco ou nada se diferem dos casais das cavernas. Estão sempre brigando, brigando... e nunca se entendem, embora achem que foram feitos um para o outro. Em tese, sim. Pelo menos, Deus assim o planejou.

Depois das cavernas ou de Adão e Eva (como queira), muita coisa aconteceu, porém é fácil notar que o nosso dia-a-dia não é tão diferente do cotidiano do primeiro casal, dos nossos antepassados. E acho, para ser bem sincero, que vai continuar da mesma maneira para todo o sempre.

As pessoas se conhecem e logo se enamoram. É a lei natural do ser humano. A partir daí, podem surgir os noivados e, conseqüentemente, os casamentos. Isso é inevitável, e maravilhoso também.

Mas, na vida, nem tudo são flores. Seja no namoro, no noivado, no casamento ou no tico-tico-no-fuba, existem e surgem as brigas, as discussões, o ciúme, as culpas e tudo o que vai contra ao maravilhoso das relações. E isso também é inevitável, e péssimo também.

Por Deus, alguns problemas são bem solucionáveis. Então, não se desespere! Há solução.

Em uma abordagem bem humorada, este livro pode não trazer de imediato a solução pela qual você procura. (se é que procura por alguma). Caso não seja o seu propósito, pelo menos poderá brincar com as grandes surpresas da vida que envolvem nossos relacionamentos humanos.

Em Cuidado: eu te amo!, as várias facetas das paixões do universo homem/mulher (e variáveis) estão distribuídas nos tantos estágios de nossas vidas, representados pelos capítulos aqui do livro. E cuidado sempre que, após três semanas de envolvimento emocional, com alguém você escutar “eu te amo!”.

Então, divirta-se, e cuidado!

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