É tempo de celebrar. Aconteceu no Teatro da Caixa, em Brasília/DF, entre os dias 13 e 16, uma programação intensa com estudos, debates e oficinas sobre a atividade dos cordelistas e repentistas. Uma das conquistas desde o I Encontro foi o reconhecimento da profissão de cordelista pelo Ministério do Trabalho. Entre outros temas, um dos mais importantes debatidos no evento foi a literatura de cordel como negócio. O que antes era visto como algo amador, com publicações aquém da qualidade dos textos, agora os poetas já se pensam em trabalhar como profissionais, seja com editores, agentes literários, produtores gráficos, transformando o ofício em algo rentável e sustentável. Embora a orgnização do evento não tenha convidado oficialmente o setor do livro Ministério da Cultura, estivemos presentes a Coordenadora-Geral de Leitura Cleide Soares e eu (agente literário/MinC). Eu e a Cleide estamos cedidos para a Fundação Biblioteca Nacional como servidores públicos. Que venha o III Encontro. Estamos aguardando.