domingo, 22 de outubro de 2017

Feira do Livro de Frankfurt 2

Participei da Feira Internacional do Livro de Frankfurt na edição de 2017. O evento, que ocorreu de 11 a 15 de outubro, é o maior espaço de negócios do mercado editorial. Editores do mundo estão sempre presentes na Feira. Eu conversei com diversos editores da China e da Colômbia em matchmaking no stand do Brazilian Publishers, da Câmara Brasileira do Livro. Nosso projeto Legado do Homem e da Cidade - apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e publicado em livro impresso - esteve presente com êxito na Feira do Livro de Frankfurt. Nossa intenção é negociar pesquisas de perfis culturais de empreendedores de Brasília de modo que leitores do mundo conheçam os biografados do projeto Legado do Homem e da Cidade. Plantamos a semente e agora vamos esperar os resultados.

Feira do Livro de Frankfurt 1




Autores brasilienses participam da Feira de Frankfurt

O evento conta com mais de 7 mil expositores de mais de 100 países

A editora de livros brasiliense Pergunta Fixar é a única da cidade a levar escritores para a Feira de  Frankfurt, que é a maior do mundo. O evento, que começa nesta quarta (11) e vai até domingo,  atrai mais de 7 mil expositores de mais de 100 países. Para Andrey do Amaral, agente literário, a editora se sente reconhecida. “É um orgulho muito grande poder participar da feira, ainda mais que a editora Pergunta Fixar é pequeninha.”

A partir do projeto Legado do homem e da cidade foi possível levar os títulos de escritores de Brasília para a cidade alemã. Participam da iniciativa autores como Dad Squarisi, Clotilde Chaparro, Antônio Leitão e Marcelo Rodrigues. Estar presente nesta feira é uma “chance de fazer contatos”, explica Amaral, pois em Frankfurt estarão grandes editoras mundiais, escritores e até produtores de cinema à procura de novas adaptações.

A Pergunta Fixar esteve em outras grandes feiras de livro internacionais. Em 2015, foi a Guadalajara (México), e, no ano passado, a Bogotá (Colômbia). Segundo Andrey do Amaral “os livros brasilienses foram bem aceitos”.  E explica que isso acontece porque “o português é uma língua pouco falada, as pessoas, então, gostam do exotismo das tramas e as histórias ”.

Negócios

Amaral afirma que ir ao evento é “uma grande oportunidade e só em participar já é um prazer”, porém está torcendo para conseguir fechar negócios. “Claro, estamos indo com o intuito de tentar vender direitos das nossas obras”. No caso da autora Clotilde Chaparro, as obras foram traduzidas para o inglês e o espanhol, uma técnica que colabora para gerar contatos com as outras editoras internacionais.

Este ano a Feira de livro de Frankfurt deseja mostrar um lado mais diversificado, inovador e internacional da indústria editorial e de mídia. Além disso traz, para o evento, autores como o americano Dan Brown, que escreveu Inferno e  Código Da Vinci, e o alemão Sebastian Fitzek, que já vendeu mais de 12 milhões de livros e escreveu Die Therapie (Terapia em português).

A Feira de Frankfurt tem os mesmos organizadores desde 1949. Porém, ainda na Idade Média a cidade alemã era reconhecida pela forte indústria editorial e as feiras começaram naquela época. Isso aconteceu pela proximidade com a cidade Mainz, onde Johannes Gutenberg, o inventor da impressão em tipos móveis, morava.

Estagiária sob a supervisão de Severino Francisco.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/10/11/interna_diversao_arte,632861/brasilienses-na-feira-de-frankfurt.shtml

sábado, 7 de outubro de 2017

Muita cultura para crianças com lábio leporino ou fissura palatal

Uma pequena contribuição deste agente literário para deixar crianças mais felizes. Antecipamos o Dia das Crianças na manhã de 7/10 com muita literatura, música, contação de histórias, teatro e cineclube no Cine Brasília. Nosso cineclube deu apoio para a exibição do filme Procurando Dory para alegrar o dia de crianças com lábio leporino ou fissura palatal, da Associação Brasiliense de Apoio aos Fissurados – ABRAFIS.


Agradecemos a Secretaria de Cultura do Distrito Federal e ao Governo de Brasília pela liberação do cinema, os escritores da Pergunta Fixar e a doação de livros de nossos colaboradores. Empreendedorismo sociocultural é o que fazemos na prática. Ano que vem tem mais!


Andrey do Amaral
Agenciamento e representação